
se o dia me corre bem, talvez seja melhor que te corre mal, morre cabra diabólica, deus não acorda, o diabo beija-te o pescoço, a vaidade torna-se a nossa terra de miséria, nada me fará anunciar o que já foi dito, puta que pariu o primeiro branco que pisou Africa, noutra sorte enterra o meu corpo aos homens do azar, toda a glória está a vir, e toda a glória nos vai destruír, que assim finalmente o mundo saiba quem nos governa. cala a tua boca e ouve lucifer a chamar por ti, eu prometi que saímos daqui um dia, mas paciência, morreremos no momento de ida. Irémos fuder o mundo até ao dia que ele nos destrua, nos cuspa na cara e nos faça comer a nossa sujeira, gordos, anoreticos, brancos, pretos, todos merda do mesmo saca, os poucos que escapam, vendem o cu á primeira oportunidade, os que não vendem são aniquilados. a morte injusta é tao triste, ver as roupas no armário se manterem, a avó que acreditava em ti, agora tem raiva de ti... esta, a rota do universo, o vai e vem
Ernesto Apurinã