tiro a toca, sinto me distante, pois uns não conseguiram com sangue, agora tapam-te os olhos com meios económicos.
mas já n sei, força de criar algo de novo, mas o novo por cá é usado cheio de rotulos, cheio de espasmo, cheio de luzes a encadiarem o que tu n queres q seja visto, liga-me amanhã, se tu quiseres eu quero, mas o quê? terás que estudar para seres o queres, é tudo normal, tudo te passa, terei que entrar outra vez, mas n onde pensava, será um sinal? será que as coisas têm que acabar assim? pq é eu n sou moldado a ti, só queria n dár mais problemas a ninguém, que o problema se resumisse a mim, que eu fosse feito de anti matéria, que colidisse com a rota de colisão mais proxima da minha cabeça, que os meus olhos escuros fossem eclipsados, e me afastassem daqui.