domingo, 18 de março de 2012


jogámos ás escondidas, o amor andou a correr atráz de mim e conseguiu-me apanhar, esse jogo? nunca mais, já não existe razão para isso, o meu jogo agora és tu, bem real. se gosto de ti? como nunca gostei de ninguem, se já o comecei a demonstrar? muito pouco, o tempo passou e voltou aquela confiança, aqueles apetites para algo mais #

domingo, 11 de março de 2012

do you feel everyone, do you feel everything



todos dizem, pensam, veneram, imaginam a maior pirataria seduzida que nos vem há mente, o sonho comanda a vida e as situações dispersão para o clima mais vagabundo. vais contando luas tristes, eu vou contando universos infinitos. querem ser o perdão para o erro que são, esqueces-te o amanhã, nada muda há tua volta, caga na revolta. se eu pudesse, sussurrava no teu ouvido o grito do meu coração, ele chora, o meu corpo sorri, musicalidade ou arte, todas as respostas não estão lá fora, estão cá dentro, se eu pudesse, secava as lágrimas que não molhei. policromia que não reparam, cores que não encaixam, afias que não ajudam. por mais breve que seja a minha raiva, entusiastas por fumar, por comprar, por pausar. que falta de consciência, a tua revolta não faz mazelas.

Ernesto Apurinã

quinta-feira, 8 de março de 2012

ahaha





"eu acabei contigo!" não tem que existir essa regra rígida para ditar quem acabou com quem, basta a pessoa se aperceber que a sua parceira já não quer estar contigo e partir para a parte mais fácil, dizer, vamos acabar, e não é por a dizeres que tem que ser o maior orgulho - "nãao, eu é que acabei contigo, não foi ela comigo!" Isso não é mais que uma desculpa para ficar bem na cena, as pessoas não se podem esquecer que do outro lado, por mais que saiba e queira acabar, tem medo de o dizer por alguma razão lógica, que só ela sabe porque esteve envolvida no meio, teve que levar com os ridículos ataques de ciumes, com as choraminganças, com o medo de um suposto dia dizer isso e ele isolar-se do mundo por um simples namoro de putos da secundário, é preferível ele estar consciente de onde estar metido e dizer, vamos acabar, que é a parte mais fácil, quando o resto já está construído por ele próprio.

Ingrid Rodrigues