terça-feira, 13 de dezembro de 2011

relato













São 3h dmanha, acabam nos de acordar aos berros(...) meu deus, a água está tao fria, e eles riem-se(...) portugal, aproveitador da mitologia para ter alguma história pelas costas, tristes, sangrentos, marinheiros dmais, mas hérois em certa parte. Chamo-me Ernesto, Apurinã do meu avo, os meus inimigos tornaram-se fortes e apizanharam o pao do diabo que eu comi, caí na tentação, e pai, tu guarda para outro futuro a nossa sorte, porque a vida só paga para ver. masturbo-me, claro, eu não consigo engravidar a felicidade. O mundo caminha para a auto destruição, a religião irá deixar uma cratera no meio do nosso mundo. Esta noite caí na mao dos my enemies mas eu irei-me levantar no meu tumulo e irei vos danificar suavemente, arracando-vos os cerebro, porque o vosso sofrimento, irá ser bom para mim e para todos. Sangue maldido, contaminado pelo ódio divino, deixem-me ao menos plantar jardins á beira mar ou se nao peguem em todas a minhas sementes e deitem para o lixo(...) Portugal é um erro, não nos deixam ser mais do que isto. Arrotei, a tua filha ouviu, veio ter comigo e contei-lhe uma história de embalar, filha de Salazar, o odio começou a fermentar, cresceu, filha da virgem maria, puta católica, cabra diabólica, mulher do Apocalipse, nao rias, nao disse nenhuma heresia, é que a tua Igreja é um autêntico templo de estupidificação.(...) estou no meio de tiros, a matar para não ser morto, no meio de tanta gente, a melhor defesa é uma simples flor, não sei pq o faço só por quem o faço, sem sentido, tenho frio, tanto frio, as unhas descolam se no chão coberto de lama.






Ernesto Apurinã
Meu estúpido mês, o amanhã foi tão estúpido, o "ontem" está a ser tao miserável, o hoje, ai se apanho!(...) Porque é que os rapazes são tão mentirosos ao ponto de afirmar que não adicionam ninguém no face, pelo contrário, são adicionados, mas no entanto, andam a adicionar namoradas de amigos que pessoalmente odeiam, é engraçado toda a ironia que profetizam durante anos.(...) A sério, só irás saber o quanto gosto de ti, quando te levar á Lua.(...) Se achas que a melhor forma de demonstrares que já não gostas dele, é desprezar o que ele faz, o que ele gosta, estás bem enganada e enganada com a vida, que realmente agora funciona apenas com technology + technology + talking about love - you= 0

Ingrid Rodrigues

domingo, 4 de dezembro de 2011

#gravity









eu conheço um rapaz, e ele puxa-me que nem gravidade para baixo, eu deixo, ele põe cor dentro da minha atmosfera. eu adoro ver as luzes da sua cidade, o pôr do sol choca os meus olhos, a luz desliza na minha pele e ninguém sabe. Eu sou daltônica, vejo-te a preto e branco. Eu agora estou dançando as minhas palavras contigo num quarto em chamas, mantém em silêncio todo o calor.

Ingrid Rodrigues

sábado, 3 de dezembro de 2011

armada em matemática

Meu estupido mês, o amanhã foi tão estupido, o "ontem" está a ser tão miserável, o hoje, ai se te apanho!(...) Porque é que os rapazes são tão mentirosos ao ponto de afirmar que não adicionam ninguém no face, pelo contrário, sao adicionados, mas no entanto, andam a adicionar namoradas de amigos que pessoalmente odeiam, é engraçado toda a ironia que profetizam durante anos.(...) A sério, só irás saber o quanto gosto de ti, quando te levar á Lua.(...) Se achas que a melhor forma de demonstrares que já nao gostas dele, é desprezár o que ele faz, o que ele gosta, tás bem enganada e enganada com a vida, que realmente agora funciona apenas com tecnology + tecnhology + talking about love - you= 0

Ingrid Rodrigues

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

colegial

e sim, eu vivo ao lado, vidas que passam, que nos são contadas de mentes para o ar. Tranças negras de carvão, as memórias queimam, os ritmos desaparecem, ostras, malditas ostras! Longe daqui, todos temos um segredo guardado, para abrir, ou para o magoar, e sombras, ai essas sombras, de que serve esse teu disfarçe? Será essa mesmo a tua verdadeira sombra? De que serve teres o universo todo teu para vaguear? E para já tens um nome delicado, foi preciso entrar dentro de ti para o escrever, nao é nome de homem, deve ser da cor da cera dos ouvidos, do cheiro de toda a anciã pela morte, mas... mas ele era só mais um, um palmo de cintura irreal, não era de nenhum lugar, ele tinha que andar com uma foto colada na cara, porque ele proprio já não se lembrava de si em frente ao espelho. Dá-me só mais um sinal de ti, da tua imensidão, eu tenho medo do barulho, tenho um andar colegial, toque macio, danço á luz fria do inverno que cobre Portugal. Eu agora não quero escrever mais, mas tu, tu deste-me um tiro á queima-roupa.

Ingrid Rodrigues