segunda-feira, 27 de junho de 2011



;) =$, tenham vergonha, sem consideração da vossa nojisse, foda-se, putos e putas, gente rasca, gente que tem que ir para o facebook desbafar com aquela merda, nao sabem bem o que aquela merda é de certeza, desabafem sozinhos, têm blogs, pra qué aquela novela toda? ai que estou tao mal de amores, porrraaaaaaaaaaaaa, mas voçes so vêm amor ha vossa frente? so vêm namorados e namoradas? os problemas que voçes têm é so com base nessa coisa? porra, saiam dessa casa, rapaziada mimada, amantes da vida que odeio ver, snipers de merda.

almost blue


levar a vida numa falsa tese, para ser grande, sê inteiro, tão blue, tão fascinante, tudo o que eu prometi nos meus olhos, estavam vidrados nos teus. quase chatiado, quase fazendo as coisas que estamos acostumados, a vida é tão verdadeira, nós somos tao mentirosos, o mundo é tao redondo, nós somos tao quadrados, a emoção de viver esses tempos foi-se, as noites frias voltaram para ficar, tu lendo isto, eu sendo irónico no que escrevo, estamos felizes, a infelicidade engana, o terçeiro mundo inveja, o jazz acompanha-me, o blues encobre-me, o rock desafia-me, o pop ama-me, a guitarra acustica suspira nos meus ouvidos, eu calo-me, e deixo-me levar. as melhores noites eróticas e musicais ao teu lado, vejo-te sempre nua, imagino-te de princeza, imagino-te pessoa, acredito no teu sentimento, acredito que tens caracois, acredito que tens olhos discretos, sei que adoras beijos no pescoço, na orelha... acredito que nunca me vais mentir. adorava que tivesses clitóris, sim, e lhe pudesse tocar todas as noites sem fim, eu sei que tu tens orgasmos comigo, mas sei que queres mais de mim, e eu ainda nao o posso dar, ainda nao aprendi, ainda nao senti, ainda me falta tocar em certas partes que tu ainda nao me deixas, tem calma, porque a imaginação tras tanta satisfação, não te preocupes, o quarto está escuro, e nós soamos os dois.

sábado, 18 de junho de 2011


faz tempo que a culpa se foi, gostar de alguém, de mim, dela, conquistar o espaço com prazer, rasgar as roupas sem qualquer pudor, passiar no meio dum corpo, ficar mudo ao mundo em redor, ficar perplexo ao que aconteçe ali e agora, e o amanhã? o amanhã é ilosório, o hoje já não é hoje, o que escrevi aqui, já nao faz sentido aqui, o que era angústia, já nao me prende em nada a vontade de sentir.pesso-vos, vaiam ao dicionario procurar as palavras que lêm, de seguida, ao vosso dicionario pessoal, de tao bons entendedores das palavras que vos dirijo. têm a mania que têm muito paleio, mas até me fazem ficar gago para pensar em responder ha ignorância que me transmitem.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

desabafo colectivo


não, calma aí, seus cabrões e homens leais, vamos la ver, dum lado estão os que dão pica e aventuram as mulheres, do outro estão aqueles que apenas tornam a coisa meio especial mas sem muita rebeldia pelo meio, mas afinal, quem é que bomba mais? mas é que as pessoas vêm isto duma forma muito objectiva e egocentrica, enquanto somos putos todos somos uns groupies como quem diz, todos acabamos por ter alguns namorados ou namoradas, agora quando ja tamos formados etcs, esses groupies do crl que destroem familias! sinceramente, o coração manda? meu deus, gente tao absurda que se apaga e pensa apenas, ai meu deus, o coraçao é que sabe, ele tá a cima de mim no que toca em gostar de gente puta. foda-se, por favor, abram a vossa mente e pensem, nao ha coraçoes do tempo de putos, nao ha ca anjos do amor nem signos que voz vao defenir na vossa vida amorosa, se assim querem viver, então vão ser uns autênticos filhos da puta em quanto vivem

segunda-feira, 6 de junho de 2011

5 minutes


para quem nunca vê, nunca sente, nunca pede, nunca escolhe, nunca aponta, nunca reclama, nunca chora, nunca revê, nunca desolha, nunca estranha, nunca entranha, nunca corre, nunca relembra. o mundo está divido, a rotação é de norte a sul, num único dia as estações vão e voltam. a análise está na arte de actualizar o pensamento como se fosse nulo todos os dias, como se eu me conhece a mim pela primeira vez aqui e agora, como se me contasses a mim o que eu fui, e eu te relembrá-se o que sou aqui e agora, como se a velhisse fosse nova e a novidade se torna-se rasca e sem nenhuma supresa, como se a bola nao rola-se com o efeito que sempre pretendi, como se a rede estivesse dois palmos a mais do que escolhi, como se este desabafo fosse desabafado por alguém que já nao sente confiança para confiar em si proprio, como se so o coraçao tivesse coragem para se impôr e continuar a bater, como se este tema passa-se a oposto ao que gosto de chutar, e como se a balizar não servisse para ser defendida, como se o nada fosse tudo, até porque para mim o tudo não passa de temporalidades que nós transformamos ofoscadamente, mas tambem sinceramente em realidades, como se o tipico fosse tipicamente atipico, como se tocásse guitarra como quem toca piano, como se o fábio andré se chamasse fábio junior, como se tivesse nascido ali, e nao aqui, como que o mundo virtual passa-se a real, e a realidade se perdesse no meio das minhas teclas, não falta muito. ufa, como se o mundo fosse a preto e branco, e eu vi-se a cores.

recordações, orgulho

lembro-me do ultimo jogo como se fosse hoje, das poucas vezes na vida enquanto um rapaz meio maduro, que deitei umas quantas lágrimas sinceras, emotivas e tudo mais, foi um longo ciclo que desde de pequenino vivi, aprendi e apliquei, obrigado. lembro-me do fim, mas com sabor a um novo começo.

domingo, 5 de junho de 2011

mas é que eu tou me mesmo a cagar para quem comenta ou n comenta, os verdadeiros sei que vêm, os falsos sei que invejam, os amenos sei que anseiam, enfim, foi e está a ser tão giro reviver o que mais gosto de sentir.