sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

just friends


Minha mãe
ó minha Mãe,
minha mãezinha,
tu és para mim
uma flor de jardim!
és a tal
da minha vida.
Vou dar-te uma alegria:
Já sei ler e escrever
a tua filha
querida!

sabes o que é, abrir o baú, e encontrar aquelas fotos velhas, aquelas lembranças de puto, aqueles momentos em que voltas a 1,50 de altura e pensas - caramba, como mudei, aquela menina revoltada, hoje é um mulher madura, no eixo, também um pouco perdida no meio do que não deve, mas lá está, vou aprendendo, e reagindo. Portugal, vê-me partir da tua varanda é triste, este país que tresanda de magia, e por ti, o meu amor por ti é irrefutável, inerrável'mente eu sinto por ti ainda agora os arrepios de momentos atrás, o teu corpo é invejável, e eu penso, just friends, Tenho a certeza que um dia chegarás la em cima com o teu sorriso do dia-a-dia. Mas percebo-te, eu sou um ponto interrogação, tudo para mim não passa duma incerteza, just friends.

             Ingrid Rodrigues

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Marine

estou no ir

domingo, 14 de outubro de 2012

despertar da lembrança

tudo se transforma. admito que se soubesse que iria ser assim, teria te agarrado mais um segundo. admito que me fiz de orgulhosa, teimosa e tranquila naquele dia, não sei, mas fiz me transparecer "algo", que não sou eu. e só há momentos, do nada, aconteceu o que não me acontecera á muito e muito tempo. não percebo, de madrugada lembrar-me de quem por momentos posso ser, no que posso pensar, lembrar-me, talvez do que não devo, lembrar-me não apenas por lembrar, enfim, lembrei-me e tudo desabafou, de tudo lembrei-me, de momentos de teimosia, de momentos amorosos, de momentos quentes. também existiram momentos frios, que frio que se sucedeu no desfecho, não tenho pena de mim.
Migalhas de mim me fazem olhar para ti, como se no carro, estivesses novamente a dormir, como se o vento desaparecesse perante tudo e todos, e eu te pedisse uma nova ventoinha, como se o pedido do meu casaco roto fosse o rasgar do principio do fim. Eu tenho medo de não te voltar a ver, tenho medo que tudo se vá, e que tudo venha, mas venha partido a meio, venha de pernas para o ar, no meio disto eu penso, observo e escuto o borbulhar do clima de inverno, das mãos frias de baixo da blusa,  dos olhares refrescantes, dos teus lábios quentes, do teu cabelo, e do teu cabelo eu não falo, porque sempre daquele jeito simples, enfim. quero me sentir novamente no meu mundo, mas esqueço-me que num mundo novo já me coloquei & dele não quero sair.

Ingrid R

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Crumbs of whatever

estar contigo sem me obrigar a isso

sábado, 29 de setembro de 2012

rota de colisão com o planeta mais distantemente proximo do meu pensamento.
 de que tipo de pessoas gostas?
- das que ficam

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

farto de pisar no escuro

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Tenho 94 anos, e pergunto-me, porque cheguei aqui? Antes acordava, não falava em quanto não lavasse os dentes, agora não falo porque não os tenho, esforço-me para fazer o meu prato favorito mas nem isso consigo. A minha mulher por aqui não existe, e o meu coração nunca bateu por mim, mas sim por ela, o sorriso dela está estampado na minha cara todos os dias, aquele sorriso croquete. Tu não sabes quem eu sou, mas eu sei quem tu és, e só preciso de segundos da tua atenção, não quero que me vejas, tenho medo de perder o encanto aos teus olhos, é que esta é apenas a minha pele, eu não sou este. A arritmia entre eu e tu, não é nenhuma, mas do que vale fazer amizades, chegar á minha idade e só ter me a mim. Por favor, dá me atenção, não me perguntes o que eu tenho, pergunta-me o que eu já tive, não me perguntes do que preciso, eu apenas preciso de atenção, pode ser apenas uma troca de olhares durante meros segundos, ficaria consolado.
Pergunto qual é o objectivo de vida quando chegámos a esta etapa, é mesmo o fim? Tenho que me isolar? Não faz sentido, ninguém, chega aqui para o seu fim, não faz sentido.
Nem o meu despertador me serve para algo, é que eu desperto, mas não me levanto, a vida nunca foi uma sorte para mim, porque a sorte? Essa sorte é secundária, quando um dia sorrires, e pensares que ela era tudo o que tu querias e nunca soubes-te que tives-te irás sorrir, e ler o passado, como se fosse o futuro, e o presente, esse nunca é presente.
94 anos, a minha idade favorita foram os 20, em que perdi o que mais imaginei, e corri para os oceanos, embarquei na maior aventura longe de tudo e todos. Resultado? Meu amigo, aprendi que quando queres muito uma coisa, ela foge de ti, quando menos a esperas, o mundo faz por ti o que tu lutas-te 5 anos. Meu caro amigo, a vida são 3 dias, és incosciente, cosciente e voltas á idade mais inconsciente da vida, o agora.
Foi bom este tempo, mas ele sucumbiu, o tempo também foge, ele sempre fugiu de mim.

Miguel Santiago

domingo, 12 de agosto de 2012




uns sabem me dizer amo-te, outros sabem me "amar", coisas bem opostas.
-saudades
- de mim?
- nem por isso, do que eras
E essa mentira, "a mentira do vosso amor, está na propria palavra, que voçês banalizam diariamente, meu amor vem da agonia dessa mulher que te venera
e vem da melodia da balada mais sincera, meu amor vem desse Inverno que te oferece a primavera, meu amor vem desse amor que ainda te espera." Como ficarias perfeita? Tira toda essa base, tira essa essa alavanca que te levanta os seios, desata esse cabelo, despenteia-o & tira-me esses saltos altos. Por fim despe-te toda e ves-te uma camisa minha. se nos teus sonhos te dou um abraço, anseio muito que aconteca um "dejá vu" um dia destes, e o amanhã? uma nova oportunidade na tua vida, deixa-te de coisas. Porque todos somos os melhores com as piores distâncias, eu também te digo fica bem com o intiuito de "amo-te", também te mando embora pensado o contrário, e não é por mal, é apenas porque todos banalizamos o que gostamos. Eu não encontrei um obstaculo e desisti, apenas dei um pulo e desatei a fugir daqui, não quero um final no meio disto tudo feliz, porque eu não quero que tenha um fim. Trocas-te a coroa por um chapeu, os saltos altos pelas vans, e a tua cumplicidade continua magnifica. Se um dia me perguntarem de 1 a dez, o quanto já gostei da vida, irei responder - um 8, ao contrário.

domingo, 5 de agosto de 2012

Portugal, tão rico em feitos , tão rico em pobreza, esquecemo nos que os tempos são outros, a tecnologia gera o tempo, e por cá, o povo não se habitou, só se habitou a escolher, e depois criticar. Vou para mais além, e estava tudo bem, do nada acabou, é um sentimento que ninguém precisa controlar, mas sim respeitar, não precisa estar aqui, nem acolá, porque tudo o que ficou, mexe com qualquer interior, afecta qualquer sentido, o jeito que sucumbiu, a insónia que faz mossa, o meu mostro da noite, era bom que podesses ir. No mundo, diz o medo - podes andar ao escuro, a menos que o saibas respeitar. Intoleravel e ilustre, hoje a noite voa tão alto, para teu prazer, a personalidade vai-se que nem o teu menu favorito. Tudo o que eu digo paresse insignificante, tudo bem, eu respeito, mas isso não faz parte do planeado, podes gritar de boca fechada, não falar de boca aberta, chorar de olhos fechados, postar de olhos abertos que para mim isso só tem um cor, e essa cor está sem tonalidade, deixa os outros viver! que já encontraram quem realmente querem passar o resto da sua vida, todos temos uma vida.
 O meu coração está de fora, já não parte nem regressa, quiça, quem sabe, uma hora antes, mas já passou da hora e eu não queria estar assim, mas enfim, valesses mais depois disso ao menos, bom que saibas isso, é preciso muito mais do que essas lágrimas, eu tenho a mente agendada, tu só tens um minuto para conversar comigo, tudo bem, palavras são palavras e não passam daí, por isso, não fiques preocupada e vai á tua vida, no fundo só importa o que tu nunca disses-te.

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

instantâneo o começo, instantâneo o final

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Esta é a palavra dos teus filhos que tu nunca amparaste
aqueles que te amaram e tu abandonaste
aqueles que te chamaram e que tu desprezaste
aqueles que guerrearam quando tu recuaste
aqueles que acreditaram sem que tu te revelasses
aqueles que mendigaram e tu não alimentaste
aqueles que se esgotaram, tombaram, arrastaram-se
definharam, imploraram-te e tu não levantaste
que Mundo é esse que se alimenta da nossa amargura
e que se sustenta o seu progresso com a nossa penúria
será que não ouves as lágrimas afilhadas da sorte,
e os corações que batem resignados à espera da morte?

Eu sou o vosso Deus, sou o vosso criador
eu sou a vossa luz, pai, juiz, protector
eu nunca vos abandono eu estou sempre por perto
e através da fé, sentirão meu afecto
basta acreditar em mim e seguir os meus ensinamentos
que terão a salvação e acabará o tormento
fraquejarás se duvidares da minha existência
porque a chave da libertação reside na crença

Mas onde é que estás?
quando o sofrimento nos aprisiona
quando até a Esperança diz que já não vale a pena
quando todo esse Mal se apodera dos homens alastra-se
e elimina, todo o Bem que nos abrigou
Onde é que tu estás?
quando a fome abate mais um crente
quando a felicidade passa a utopia dos dementes
quando a escuridão invade o nosso espaço assume-se
soberana sobre o Sol que nos criou

Eu vi-te nos versos que a beleza tornou poesia
na esperança que o sol trazia em cada novo dia
no cravo vermelho que resistia nas noites sombrias
no amor destes homens de bolsos e mãos vazias
eu vi-te na espada que ensanguentou Lúcifer
no futuro que florescia no ventre duma mulher
na causa dos justos que a ambição não destruiu
e no sorriso das crianças que a inocência pariu
mas perdi-te intensidade desta dor permanente
no estrondo das balas que levaram gente inocente
na frieza dos tiranos que a Democracia formou
na exploração dos fracos o Mundo legitimou

Eu não sou a única força transcendente deste Universo
o Diabo também existe, é o Senhor do Mundo Perverso
é ele que divide e atrai os homens ao pecado
tu tens que resistir o Diabo é obstinado
eu dei-vos livre arbítrio, liberdade total
cabe a cada um de vós decidir entre o Bem e o Mal
é a falta de Moral que traz desordem e desgraça
se viverem por mim o Mal deixará de ser ameaça



Eu não percebo a tua existência e o teu poder
transcendente
do que vale saberes tudo se continuamos inconscientes
do que vale poderes tudo se nós vemos sofrimento
do que vale veres tudo se nunca te fazes presente
quando parece que te manifestas, escondes-te num
ápice
como te escondeste naquele nevoeiro que encobriu
Auschwitz
naus partiram com escravos e tu ficaste à varanda
camuflaste a mancha de sangue que inundou o Ruanda

Seria tudo assim bem fácil a culpares-me de tudo
mas são os homens a causa do descalabro do mundo
eu não posso interferir, apenas assisto e analiso
só no julgamento final é que eu corrijo e decido
lembra-te que a vida terrena é só uma passagem
e depois da morte ainda terás uma portagem
os pecadores serão punidos e arderão no Inferno
os bons serão felizes no Paraíso eterno
Não tem sentido...
Então porque é que não nascemos logo no Paraíso?
Tu fazes muitas críticas, acusações e perguntas
agora vou abrir o jogo, só para ver se tu aguentas
Deus só existe fantasiado na vossa mente
eu sou Diabo, o único ser superior existente
vocês são minha criação, feitos à minha semelhança
por isso é que o mundo é um palco de Malevolência
quando praticam o Bem é só um acto de desobediência
vossos instintos naturais são o ódio e a ganância
terão sempre a ditadura, a escravatura, a opressão
descriminação, censura, repressão
minha função foi criar-vos para autodestruírem-se
para fustigarem-se, invejarem-se, consumirem-se
para mergulharem na imperfeição, erro e pecado
enlamaçarem-se no Mal que eu tenho libertado
vou assistir, disperto e alegre ao vosso caos
inquieto
até este planeta se tornar na Terra-Mãe do inferno
Deus só existe fantasiado na vossa mente
Será em vão rezares por um sonho que não verás
e ambicionares por um Mundo que não terás
não esperes Justiça onde nunca houve Paz
não há salvação nas terras de Sataná

sexta-feira, 27 de julho de 2012

quinta-feira, 26 de julho de 2012

não é façil viver assim, entre o sonho e a realidade, andei tanto tempo a sonhar, que puf, agora tenho que perfurar um buraco negro, e achar-me novamente, se alguém faz falta? tanta coisa me faz falta e tive de aturar a vida dessa forma, convencida aka irónica, corro para o infinito sem saber por onde começar, sabendo apenas que, infinitamente tudo tem um fim.

Ingrid Rodrigues

domingo, 22 de julho de 2012

satisfied mind


talvez um dia publique

sexta-feira, 20 de julho de 2012

uns sentam-se no lugar errado, os mesmos robam-te a cadeira, muitos não querem viver ás cegas. Tu, quanto menos te importares, mais feliz serás

sábado, 7 de julho de 2012

não precisamos de morrer para dár valor á vida. no limbo, olhem para corações, esqueçam revoluções, porque nada dura sempre, nem o fruto, nem a semente, luta pela tua felicidade, em constante mutação, finda a sina, o teu amor é uma ilusão, tenta agarrá-lo e sente a escapar-se das mãos. daqui não levo nada, apenas as trapalhiçes de miúdo que se perpetuam pela chuva da primavera. o vermelho é intenso entre o preto e o branco, o mal não é teu, é de toda a nação, para todos que estão com jah, fiquem na igreja á espera da vossa campa, á espera de darem todo o dinheiro maldito, espera até o mundo se livrar de ti, vais esperando, até as luzes da cidade brilharem bem longe. Toda a gente a fazer isso, sustenta o teu progresso com a minha penúria, morrerás se duvidares da minha existência, o diabo é obstinado, agora decide, entre o mal e o bem, onde até a esperança se esconde sobre o sol que nos criou.

Ernesto Apurinã

segunda-feira, 28 de maio de 2012

parei e pedi um café, não veio o açucar, esqueci-me de o pedir e fiquei descafenado, pergunto-me pelo cafe, ela perguntar-me pelo açucar. e eu que nunca gostei de café e dei por mim por mim a bebé-lo do nada, agora que me encontre

domingo, 8 de abril de 2012


se o dia me corre bem, talvez seja melhor que te corre mal, morre cabra diabólica, deus não acorda, o diabo beija-te o pescoço, a vaidade torna-se a nossa terra de miséria, nada me fará anunciar o que já foi dito, puta que pariu o primeiro branco que pisou Africa, noutra sorte enterra o meu corpo aos homens do azar, toda a glória está a vir, e toda a glória nos vai destruír, que assim finalmente o mundo saiba quem nos governa. cala a tua boca e ouve lucifer a chamar por ti, eu prometi que saímos daqui um dia, mas paciência, morreremos no momento de ida. Irémos fuder o mundo até ao dia que ele nos destrua, nos cuspa na cara e nos faça comer a nossa sujeira, gordos, anoreticos, brancos, pretos, todos merda do mesmo saca, os poucos que escapam, vendem o cu á primeira oportunidade, os que não vendem são aniquilados. a morte injusta é tao triste, ver as roupas no armário se manterem, a avó que acreditava em ti, agora tem raiva de ti... esta, a rota do universo, o vai e vem

Ernesto Apurinã

domingo, 18 de março de 2012


jogámos ás escondidas, o amor andou a correr atráz de mim e conseguiu-me apanhar, esse jogo? nunca mais, já não existe razão para isso, o meu jogo agora és tu, bem real. se gosto de ti? como nunca gostei de ninguem, se já o comecei a demonstrar? muito pouco, o tempo passou e voltou aquela confiança, aqueles apetites para algo mais #

domingo, 11 de março de 2012

do you feel everyone, do you feel everything



todos dizem, pensam, veneram, imaginam a maior pirataria seduzida que nos vem há mente, o sonho comanda a vida e as situações dispersão para o clima mais vagabundo. vais contando luas tristes, eu vou contando universos infinitos. querem ser o perdão para o erro que são, esqueces-te o amanhã, nada muda há tua volta, caga na revolta. se eu pudesse, sussurrava no teu ouvido o grito do meu coração, ele chora, o meu corpo sorri, musicalidade ou arte, todas as respostas não estão lá fora, estão cá dentro, se eu pudesse, secava as lágrimas que não molhei. policromia que não reparam, cores que não encaixam, afias que não ajudam. por mais breve que seja a minha raiva, entusiastas por fumar, por comprar, por pausar. que falta de consciência, a tua revolta não faz mazelas.

Ernesto Apurinã

quinta-feira, 8 de março de 2012

ahaha





"eu acabei contigo!" não tem que existir essa regra rígida para ditar quem acabou com quem, basta a pessoa se aperceber que a sua parceira já não quer estar contigo e partir para a parte mais fácil, dizer, vamos acabar, e não é por a dizeres que tem que ser o maior orgulho - "nãao, eu é que acabei contigo, não foi ela comigo!" Isso não é mais que uma desculpa para ficar bem na cena, as pessoas não se podem esquecer que do outro lado, por mais que saiba e queira acabar, tem medo de o dizer por alguma razão lógica, que só ela sabe porque esteve envolvida no meio, teve que levar com os ridículos ataques de ciumes, com as choraminganças, com o medo de um suposto dia dizer isso e ele isolar-se do mundo por um simples namoro de putos da secundário, é preferível ele estar consciente de onde estar metido e dizer, vamos acabar, que é a parte mais fácil, quando o resto já está construído por ele próprio.

Ingrid Rodrigues

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

arrepios, calafrios,

ás vezes é tarde de mais para ver o pôr o sol, e o tempo também adormece, ás vezes temos um lugar marcado na fila errada, por vezes é tão fácil seguir o caminho errado, e tão difícil encontrar o que eu despertei. ás vezes eu não sonho, com medo de acordar, e se eu ficar viciado em ti, é só porque eu sei que... longe daqui tens um segredo guardado, num lugar onde possas saber que por ser segredo não o possas dizer-me, num lugar onde já há muito o tempo ficou por dizer, se eu pode-se falar com o infinito, conseguiria saber o quanto gosto de ti, mas é que ele não existe, temos todos pena, e o silêncio ao te ver vestir, é secreto

Ingrid

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

se eu disser que já nem sinto nada, que estrada então será a mais segura a não ser o teu sorriso? quanto mais fujo de ti da despedida, mais me aproximo de ti, eu vou viver contigo como se fosse a primeira vez que te vi á minha frente, sem me precipitar e nem perder a hora de te beijar novamente. ai se eu soubesse antes o que sei agora, se pudesse voltar atrás, trocava-te por tudo e iria a correr, ter contigo, e dizer-te que eu adoro-te e tu não sabes, nem percebes, mas não existe outra forma a não ser esta, vais me adorar daqui a uns anos.

ingrid

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

jeg elsk dag

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

ele/ela =

eu não sei bem, mas sei que nasci para ti antes de haver o mundo, para existir uma química tao grande já deveria gostar de ti muito antes de te pedir uma simples ventoinha. Eu previa-te, sabia que estavas num sono bem profundo, mas acordás-te, e bem acordada me cobres com o teu manto colegial. quando eu era puto, já gostava de ti, mas assim de muito longe, eu já te adorava. Submersos, eu sonho com a realidade, e a realidade não tem outra alternativa se não sonhar com a gente, e eu não saber explicar ou tentar que nem uma criança decifrar o quanto gosto de ti, é gostar de ti, porque se o soubesse de cor, enjoava, e o enjoo não é amor. todas essas pedras que poderão estar pela nossa frente, guarda no teu bolso, ou tu no meu, porque no final iremos construir um castelo, de seguida, desfrutá-lo. digam o que disserem, uma simples paixão cega qualquer pessoa, e por ti já não é uma unidade apenas, é algo a mais, algo que já me torna bem lúcido em relação ao que eu beijo, abraço & destapo