todos dizem, pensam, veneram, imaginam a maior pirataria seduzida que nos vem há mente, o sonho comanda a vida e as situações dispersão para o clima mais vagabundo. vais contando luas tristes, eu vou contando universos infinitos. querem ser o perdão para o erro que são, esqueces-te o amanhã, nada muda há tua volta, caga na revolta. se eu pudesse, sussurrava no teu ouvido o grito do meu coração, ele chora, o meu corpo sorri, musicalidade ou arte, todas as respostas não estão lá fora, estão cá dentro, se eu pudesse, secava as lágrimas que não molhei. policromia que não reparam, cores que não encaixam, afias que não ajudam. por mais breve que seja a minha raiva, entusiastas por fumar, por comprar, por pausar. que falta de consciência, a tua revolta não faz mazelas.
Ernesto Apurinã
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