domingo, 5 de agosto de 2012

Portugal, tão rico em feitos , tão rico em pobreza, esquecemo nos que os tempos são outros, a tecnologia gera o tempo, e por cá, o povo não se habitou, só se habitou a escolher, e depois criticar. Vou para mais além, e estava tudo bem, do nada acabou, é um sentimento que ninguém precisa controlar, mas sim respeitar, não precisa estar aqui, nem acolá, porque tudo o que ficou, mexe com qualquer interior, afecta qualquer sentido, o jeito que sucumbiu, a insónia que faz mossa, o meu mostro da noite, era bom que podesses ir. No mundo, diz o medo - podes andar ao escuro, a menos que o saibas respeitar. Intoleravel e ilustre, hoje a noite voa tão alto, para teu prazer, a personalidade vai-se que nem o teu menu favorito. Tudo o que eu digo paresse insignificante, tudo bem, eu respeito, mas isso não faz parte do planeado, podes gritar de boca fechada, não falar de boca aberta, chorar de olhos fechados, postar de olhos abertos que para mim isso só tem um cor, e essa cor está sem tonalidade, deixa os outros viver! que já encontraram quem realmente querem passar o resto da sua vida, todos temos uma vida.
 O meu coração está de fora, já não parte nem regressa, quiça, quem sabe, uma hora antes, mas já passou da hora e eu não queria estar assim, mas enfim, valesses mais depois disso ao menos, bom que saibas isso, é preciso muito mais do que essas lágrimas, eu tenho a mente agendada, tu só tens um minuto para conversar comigo, tudo bem, palavras são palavras e não passam daí, por isso, não fiques preocupada e vai á tua vida, no fundo só importa o que tu nunca disses-te.

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