
a morte tem medo de mim, a vida tem inveja, a felicidade tem rancor, o obvio é discreto, o discreto é ciumento, o diferente já pareçe banal, o querido é rude, a cor vermelho que eu detesto pareçe pintar-me por completo, as sombras já não fazem sentido, gritar para quê? o mundo complica, toda as coisas se reunem, mas ninguem se entende, pergunto-me, será assim tao dificil descrever o tão estranho que me sinto? é tao longe, um horizonte tao paralelo ao amor que evaporou, espero que a chuva volte.
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