dissonância de sabores e ouvidos sem escutar o lado repugnante da vida,
quando eu morrer se quizerem fazer a minha biografia, terá duas coisas, nome e data de nascimento, pouco mais, o resto são dias SÓ MEUS, que eu os irei avaliar em silêncio. compreendi que não pensar com o pensamento é justo, com os olhos as coisas q sinto são todas diferentes, com o pensamento tornam-se todas iguais e PUTA da insónia de um miúdo de 10 anos que adurmeçe para nunca mais acordar, tenho medo de durmir, preferia ficar acordado a enfatizar pensamentos, a esdruxá-los, a despi-los... a vida toda devidamente entendida é triste, a felicidade desiste de encarnar o seu papel da "boa da fita". Por favor Fábio, quando eu morrer, publicas a minha obra? quero que todos os escritores a lêiam e nunca desistam de serem tristes, e tristes a escrever, porque todo a letra triste bem escrita, ultrapássa qualquer felicidade de texto mal rebiscado. quero que vejam de longe o meu mundo, que nunca compreendi o que aqui foi dito, que qualquer das palavras sejam usadas aqui, foram unicamente para ficar bem na obra, mentira, mas incosciente. e o que me dói mais ainda não é o amor por quem já amei, mas o amor que sempre desejei e nunca terei. e aposto que o meu coração está farto de mim, e de todos os meus enganos. eu tenho medo que o meu coração pense um dia, irá parar de vez.
Fábio Junior
Sem comentários:
Enviar um comentário