Ernesto Apurinã
terça-feira, 11 de outubro de 2011
Cataclismo
Pai nosso que estás no ceu, eu sei que tenho feito muita porcaria, o mundo não tem sido bom para mim, maioria dos dias anestesiado por uma cria que procriei durante mil anos e o diabo tirou-me a, já não quero saber de mim, entra no meu corpo e atira-me para o fogo, ouve o teu filho pai, pai, pai. todos protegem me do meu suicídio, mas eu ouço os anjos a cantarem para mim. Leva-me até aos montes, porque á um vagabundo sem nome que dorme debaixo da árvore, dizem que a natureza só detem o seu nome, eu cá digo que é Lucifer. Não não e não! não digas que tens de o matar, não, assim perderás todo o teu sentido junto de nós. Prometi te que saíamos daqui a um dia de encontro á ponte que construimos, mas a nossa morte acabou por ficar na origem, o destino assim se riu de nós, enquanto o meu sol brilhar, respeita o nome do Deus e do Diabo. Talvez o mal dos outros seja bom para mim, eu ando na loucura mais o meu violino. mortos sejam todos os chungas que ouvem aquela musica de rua "dos bandidos", porque eles fingem-se viver na pele deles, mas têm a pele com escaldões a mais afinal. se a carta da morte me sair, que a jogues, porque eu sou teu filho e irei invadir o Vaticano, de seguida estrangular o Papa com o seu proprio rosário.
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