domingo, 6 de novembro de 2011
to myself
eu admito, o meu maior defeito é achar-me sem defeitos. moldar-me? completamente, dmanha sou azul, ao final da tarde já estou vermelho, á noite, estou preto, ao durmir, sem cor, ao acordar um autêntico arco iris de preguiça. todos, mas todos hoje em dia têm a mania que são diferentes, a diferença já propria desconfia de tanta igualdade nesta diferença que os jovens andam a criar sobre eles, será que já não se lembram do futuro? só se esqueçem do passado, pensam muito no presente, mas é o que presente já se foi, e a constipação já nao precisa de lenços, todos se esquecem que nem tudo o que brilha perdura, até porque muitas estrelas já morreram, e continuam a brilhar porquê? ora pois, lá estou eu com a mania de astronauta, e se eu estou com saudades da Terra? nada mesmo, prefiro aqui, porque aqui o ar é novo, nao é quente, mas tambem de frio nao tem nada, enquadra-se na minha temperatura mental, vocês aí há procura de espaço para viverem, e eu aqui, com espaço a mais. bom senso? nunca haverá consenso entro tudo e o nada. para aprender andar eu aprendi a cair, para aprender a sorrir aprendi a chorar? nao acredito, e a ilusão que tanto imaginas, é da cor da solidão que está á entrada da tua casa, tantas perguntas sem respostas, não me sensures.
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