quinta-feira, 16 de maio de 2013
berço de ouro
há momentos únicos em que tu sentes aquela essência para fazer o que mais gostas, mas não sei, para isto eu nem sempre estou disposto, damn, há cores, á palavras, á música que tu em segundos ouves... e tudo muda, momentos em que gostas de estar distante de tudo e todos, a pensar, e quando te lembras quase a adormecer e apontas no mobile? quantas ideias já se foram na memória, mas fuck it, não irei desistir, optei sempre por fazer o oposto, e por mais que a minha vida dê desgosto a quem me rodeia, eu não irei mudar o meu rosto. eu sou livre quando mato toda a merda que me escraviza, toda a merda que nos prende do que gostamos, eles querem incutir o medo, eu incuto o veneno durante a noite, essa noite que trás tudo claro dmais. tenho pena, a maior crise na bolsa de valores da humanidade, eles fazem macumbas em nome do lucro, igrejas fazem macumbas pelo tudo, eu faço macumbas para obter o que perdi, mas ainda há tempo, tempo para voltar a nascer.
Ernesto Apurinã
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)

Sem comentários:
Enviar um comentário